Frota de drones AXIA Energia

Central do Piloto

Tudo o que você precisa fazer depois de receber seu drone: boas práticas, seguro obrigatório, verificação de autenticidade e regularização junto à ANAC.

Etapa 1

Boas práticas de uso e voo

Seguir estas rotinas prolonga a vida útil do equipamento e reduz risco operacional.

Checklist pré-voo

  • Inspecione visualmente hélices, motores e câmera antes de decolar.
  • Confirme firmware do drone e do controle atualizados.
  • Calibre a bússola em novo local de operação.
  • Verifique nível de bateria (drone e controle) acima de 30%.
  • Mantenha VLOS — linha visual — durante todo o voo.

Cuidados com a bateria (LiPo)

  • Armazenamento por mais de 3 dias: mantenha entre 40% e 60% de carga.
  • Não armazene totalmente carregada nem totalmente descarregada.
  • Temperatura ideal de operação e guarda: 5°C a 40°C.
  • Nunca use bateria estufada, com furos ou danos aparentes.
  • Deixe a bateria esfriar antes de recarregar após o voo.

Condições de voo

  • Não voe com vento acima do limite do modelo (consulte o manual).
  • Evite chuva, neblina densa e áreas de forte interferência eletromagnética.
  • Respeite altura máxima definida pela ANAC (regra geral: 120 m AGL).
  • Distância mínima de 30 m de pessoas não envolvidas na operação.

Manutenção preventiva

  • Limpe sensores, lentes e conectores após cada operação.
  • Substitua hélices ao primeiro sinal de trinca ou desgaste.
  • Registre horas de voo e ciclos de bateria.
  • Revisão anual recomendada para uso corporativo intensivo.
Etapa 2 · Obrigatório

Seguro RETA

Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador Aéreo — exigido para toda operação de aeronave civil no Brasil, inclusive drones.

O Seguro RETA cobre danos a terceiros causados pela operação da aeronave. A obrigatoriedade tem base no Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/1986) e é reforçada pelo RBAC-E nº 94 da ANAC, que regulamenta drones (aeronaves não tripuladas).

Quando é exigido

  • Operações não recreativas (uso corporativo/comercial).
  • Drones acima de 250 g em qualquer operação sujeita ao RBAC-E 94.
  • Voos BVLOS, noturnos ou sobre pessoas.

Documentação típica exigida pela seguradora

  • Cadastro do drone no SISANT (nº de identificação).
  • Nº de série do equipamento e nota fiscal.
  • Dados do operador responsável (CPF/CNPJ).
  • Descrição da atividade e área de operação.
Etapa 3

Verificação de nº de série DJI

Confirme a autenticidade do equipamento e a validade da garantia diretamente no portal oficial da DJI.

  1. Localize o nº de série (SN) — geralmente impresso na parte inferior do drone, dentro do compartimento da bateria e na etiqueta da caixa. Baterias e controles têm SN próprios.
  2. Acesse o portal oficial DJI Repair Service e informe o SN no campo indicado.
  3. Confira se o modelo retornado coincide com o equipamento recebido. Qualquer divergência deve ser reportada imediatamente ao suporte AXIA.
  4. Guarde o comprovante da consulta junto ao dossiê do equipamento.
Etapa 4

Cadastro ANAC/SISANT e Manutenção

Regularize o drone junto à ANAC e mantenha o canal aberto com o suporte AXIA.

SISANT — Cadastro ANAC

  • Obrigatório para drones acima de 250 g.
  • Cadastro gratuito e feito online.
  • O nº SISANT deve ficar afixado no drone de forma visível.
  • Validade de 2 anos — renovação online.
Acessar o SISANT

Suporte AXIA

Dúvidas, manutenção, garantia ou troca de acessórios: fale com o time responsável pela frota corporativa de drones.

Os links regulatórios apontam para páginas oficiais da ANAC e da DJI. Sempre consulte diretamente essas fontes para verificar requisitos atualizados. Este conteúdo é um guia de apoio e não substitui a regulamentação vigente.